Little tree
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About: Your brain and helpless like a little tree, but it can be expressed as the tree groans in pain because our expression.

(Source: boho-garden-of-tears)

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(Source: go-exxplore)

(Source: R2--D2, via 0rient-express)

(via livre-pra-poder-viver)

(Source: , via campfire-ssongs)

(Source: Flickr / grigoryeva, via theoceanrolls)

Onde a luz era segurança junto a tribo, onde o fogo era proteção entre os semelhantes, e o escuro o mistério. Fora da caverna, no breu das florestas, no mundo da noite, eram medos, eram sons, era a imaginação em crescente realidade. Tamanhos sonhos, era igualmente assombroso a realidade da morte. Mas o que era a morte, se nem a vida era questionada? 

o que era a morte quando nem a vida era questionada? era um medo orgânico de ocorrer. Era o medo, o fruto da tentativa genética de sobreviver. Talvez. Mas pra que conservar, em DNA, o código de um espécie, uma raça? se no final, o DNA haverá em abundancia em meio a diversidade atual. Atual. Nos primórdios a vida se complexava e se expandia, se divergia e convergia-se em manutenção, e arquivava para que nem o tempo lhe tomasse a vida. A morte não era teatral ou sequer notada, dentre os viventes menos complexos. A morte pode ter buscado uma forma seletiva de ser notada, uma vantagem seria; ter medo ou noção de morte, para os viventes, para o DNA.  Talvez não fosse a vida tão poética, ou igualmente enfática a morte tão temida, ou talvez houvesse, a essência da poesia e o medo nascendo com a morte e com a vida.  

E com o passar do tempo, o tempo fora notado. Anotado e pressentido. Cravado nas cavernas, temido. Junto a ele, vinha a morte. Agora temida. E vinha a vida, tomando um rumo de medo e poesia, fugindo da morte e querendo mais vida. Curiando outras vidas, contando sobre as vidas. Contando quantas mortes. Numerando tantas vidas.  Descrevendo a vida, tentado a morte. Buscando a morte. Fazendo vida. Chegando, talvez no fim ou no começo…..a morte, com o tempo. 

 Pensando nelas, nessas duas irmãs queridas, digo-voz que nem uma nem outra entendo. Nem ainda sei o que são, pois estou em uma chegando na outra. Eis que teimam ser presentes, siamesas certas horas, até brigam. Vida e morte, aqui lhes digo, de mãos dadas, não se separem de mim, ainda, sem que eu lhe veja melhor os olhos. 

Onde a luz era segurança junto a tribo, onde o fogo era proteção entre os semelhantes, e o escuro o mistério. Fora da caverna, no breu das florestas, no mundo da noite, eram medos, eram sons, era a imaginação em crescente realidade. Tamanhos sonhos, era igualmente assombroso a realidade da morte. Mas o que era a morte, se nem a vida era questionada? 

o que era a morte quando nem a vida era questionada? era um medo orgânico de ocorrer. Era o medo, o fruto da tentativa genética de sobreviver. Talvez. Mas pra que conservar, em DNA, o código de um espécie, uma raça? se no final, o DNA haverá em abundancia em meio a diversidade atual. Atual. Nos primórdios a vida se complexava e se expandia, se divergia e convergia-se em manutenção, e arquivava para que nem o tempo lhe tomasse a vida. A morte não era teatral ou sequer notada, dentre os viventes menos complexos. A morte pode ter buscado uma forma seletiva de ser notada, uma vantagem seria; ter medo ou noção de morte, para os viventes, para o DNA.  Talvez não fosse a vida tão poética, ou igualmente enfática a morte tão temida, ou talvez houvesse, a essência da poesia e o medo nascendo com a morte e com a vida.  

E com o passar do tempo, o tempo fora notado. Anotado e pressentido. Cravado nas cavernas, temido. Junto a ele, vinha a morte. Agora temida. E vinha a vida, tomando um rumo de medo e poesia, fugindo da morte e querendo mais vida. Curiando outras vidas, contando sobre as vidas. Contando quantas mortes. Numerando tantas vidas.  Descrevendo a vida, tentado a morte. Buscando a morte. Fazendo vida. Chegando, talvez no fim ou no começo…..a morte, com o tempo. 

 Pensando nelas, nessas duas irmãs queridas, digo-voz que nem uma nem outra entendo. Nem ainda sei o que são, pois estou em uma chegando na outra. Eis que teimam ser presentes, siamesas certas horas, até brigam. Vida e morte, aqui lhes digo, de mãos dadas, não se separem de mim, ainda, sem que eu lhe veja melhor os olhos. 

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